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Por Thais Monteiro Magalhaes | 18/05/2026

Vitamina D: quando suplementar?

Conheça os principais sintomas da deficiência no organismo

A vitamina D desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde e do nosso bem-estar. Sua principal função está relacionada à absorção de cálcio e fósforo, minerais indispensáveis para a formação e manutenção de ossos e dentes fortes. A sua deficiência pode levar a problemas como osteoporose, fraqueza muscular e consequentemente maior risco de fraturas.

 

Além disso, níveis adequados de vitamina D contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico, auxiliando na prevenção de infecções e doenças. Para entender melhor a importância dela, riscos e sintomas da deficiência, conversamos com a professora do curso de Nutrição, Geani Marins.

 

Segundo estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a deficiência de vitamina D pode aumentar em 22% o risco de lentidão na caminhada na velhice. Geani explica que a falta de vitamina D no organismo pode levar a redução da absorção intestinal de cálcio, contribuindo para a osteoporose em adultos e afetando o sistema muscular, aumentando o risco de quedas e sarcopenia.

 

Os sintomas da deficiência podem ser sutis e variar entre as pessoas, mas os principais alertas do corpo são fraqueza muscular, fadiga, dores ósseas ou musculares e alterações de humor.

 

Conhecida como a “vitamina do sol”, ela é produzida pelo corpo a partir da exposição à luz solar e o horário recomendado para manter níveis adequados de vitamina D deve ser entre 10h e 15h. “A indicação é entre dez e 20 minutos diários, dependendo do tipo de pele, e tomar sol principalmente nos braços e pernas, sem protetor nessas áreas, mas o rosto deve ser protegido”, ressalta a professora.

 

Quando os níveis de vitamina D estão baixos – o que pode ser avaliado através de um exame de sangue – a suplementação é indicada, através da orientação de profissionais da saúde. “Não é recomendado fazer uso de Vitamina D sem orientação, pois cada caso deve ser avaliado individualmente, principalmente em idosos, gestantes e pessoas com doenças intestinais”, destaca a docente, que também alerta que o excesso de vitamina D pode levar a hipervitaminose, comprometendo o funcionamento dos rins por excesso de cálcio.

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