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Por Pedro Paulo Carvalho | 18/04/2022

Pesquisa é aprovada para o programa Jovem Cientista

Trabalho concentra atenção nos agentes causadores de poluição nos ambientes urbanos

O projeto do coordenador do Mestrado Profissional em Ciências do Meio Ambiente, da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Cleyton Martins, foi aprovado para o Programa Jovem Cientista do Nosso Estado (JCNE). A pesquisa Avaliação das contribuições das emissões veiculares e industriais para a formação do ozônio troposférico em ambientes urbanos analisou como esse poluente se forma na atmosfera através do impacto de resíduos emitidos por indústrias e veículos. “Não existe uma fonte direta de emissão desse poluente. Precisamos compreender quais são os principais formadores dele e, a partir dessa determinação, desenvolver soluções para esse problema”, explica Martins.   

   

  

O programa Jovem Cientista do Nosso Estado é desenvolvido pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). A iniciativa apoia projetos coordenados por pesquisadores com até dez anos de doutorado, relevantes em suas áreas de atuação, com vínculo empregatício ou funcional em instituições de ensino do estado do Rio de Janeiro.    

   

  

Com seis anos de pesquisa, o estudo da formação de ozônio na cidade do Rio foi a tese de doutorado do coordenador que ministra aulas de Poluição Atmosférica na graduação de Engenharia Ambiental e na pós-graduação. “É importante alertar sobre a poluição atmosférica. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 90% da população mundial é acometida por esse tipo de poluição. Ela é a segunda maior causa de morte no mundo, perdendo apenas para a COVID-19”, destaca.     

   

  

Atualmente, professores do mestrado da Veiga contam com seis projetos aprovados em diferentes editais da Faperj. São eles: Cleyton Martins no JCNE, no Programa de Apoio a Projetos Temáticos no Estado do Rio de Janeiro e no Auxílio Básico à Pesquisa; Viviane Japiassú no Programa Meninas e Mulheres nas Ciências Exatas e da Terra, Engenharias e Computação – 2021; Cecília Bueno e Natalie Olifiers no Auxílio Básico à Pesquisa; e Anderson Namen no Apoio a Redes Temáticas de Inteligência Artificial.   

   

  

Para o professor, ter um projeto aprovado pela fundação ratifica a UVA como uma instituição de inovação, pesquisa e tecnologia. “Isso eleva o nome da universidade e a posiciona entre as principais instituições de produção científica do estado do Rio de Janeiro. Dessa forma, damos mais visibilidade aos projetos desenvolvidos aqui e mostramos que as universidades privadas também produzem artigos e produtos científicos de qualidade”, ressalta. 

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