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Por Thais Monteiro Magalhaes | 19/01/2026

Férias para brincar

Professora da UVA dá dicas para afastar as crianças do uso de telas durante recesso escolar

Em um cenário cada vez mais digital, as férias representam uma oportunidade valiosa para que as crianças vivenciem novas experiências longe das telas. O uso excessivo delas pode trazer inúmeros malefícios aos pequenos e adolescentes com consequências emocionais e comportamentais, prejuízos no desenvolvimento cognitivo, impactos na saúde física, entre outros. Para orientar os pais sobre como afastar a garotada das pelas, a professora de Pedagogia da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Luciana Soares, passa algumas dicas, além de sinais a serem observados.

 

Luciana destaca que é muito importante promover atividades que estimulem a criatividade, a curiosidade, o movimento, o mistério e o desafio. E que o segredo está nas atividades que façam as crianças se sentir competentes. Veja abaixo uma lista de atividades que podem substituir as telas:

 

  • Brincadeiras ao ar livre;
  • Atividades com corda, bambolê, massinhas e argila;
  • Jogos em grupo;
  • Leitura;
  • Participação em tarefas simples do cotidiano como ajudar a fazer um bolo com os pais e/ou parentes.

Todas essas atividades são alternativas saudáveis que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes. “Ao incentivar essas práticas, ajudamos os pequenos a construírem uma relação mais equilibrada com a tecnologia”, ressalta Luciana.

 

Segundo a professora, alguns sinais não podem ser ignorados pelos responsáveis, como crianças irritadas quando precisam largar a tela, falta de interesse por brincadeiras totalmente fora do digital, sono irregular, dificuldade de manter atenção, um pouco de agressividade e necessidade crescente de tempo de tela para ficar mais calmo. “Esses comportamentos são alertas de que nem tudo vai bem”, aconselha.

 

O uso excessivo de telas pode impactar sono, atenção e bem-estar, enquanto experiências reais ampliam repertórios, fortalecem vínculos e estimulam a autonomia das crianças. “Ao oferecer ambientes que priorizam o contato humano e o brincar espontâneo, preparamos os pequenos para um futuro mais criativo, resiliente e saudável”, destaca Luciana, que sugere acompanhamento psicológico quando a criança não consegue parar mesmo com rotina, regras e outras alternativas de entretenimento.

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