Por Thais Monteiro Magalhaes | 03/08/2023

Como se proteger de doenças transmitidas por pets?

Professora de Medicina Veterinária fala sobre cuidados essenciais na prevenção de enfermidades causadas por animais de estimação

Atualmente, os animais de estimação se tornaram integrantes das famílias. Segundo o último censo do Instituto Pet Brasil, atualmente são 149,6 milhões de pets no país, o terceiro maior número do mundo. A convivência com os animais de estimação é benéfica à saúde e traz bem-estar, mas é preciso estar atento a uma série de doenças que eles podem transmitir. Para isso, a professora de Medicina Veterinária da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Diana Mendonça, dá algumas dicas básicas para se proteger.

 

Há mais de 200 enfermidades que se encaixam no conceito de zoonoses, ou seja, doenças transmitidas entre animais e seres humanos. Contudo, com algumas atitudes simples, é possível diminuir significativamente o risco de ter qualquer contato com vírus ou bactérias, prevenindo diversas doenças. “Limpeza dos comedouros e bebedouros dos animais, do local onde realizam suas necessidades, descarte correto dos dejetos, utilização de luvas para manuseio de fezes, lavar sempre mãos e braços, após contato com o animal, e evitar colocar a mão nos olhos, boca e nariz são medidas básicas de proteção”, destaca a docente.

 

Além dos manejos higiênico e sanitário adequados, a vacinação dos pets também é uma forma de controlar as zoonoses, junto com visitas regulares ao veterinário. As doenças mais comuns em cães são a leptospirose e a raiva e embora já tenha vacinas para ambas, é necessário o acompanhamento no veterinário e reforço regular das doses para garantir a proteção necessária. Já em gatos, as zoonoses mais recorrentes são a esporotricose e toxoplasmose.

 

A castração também é uma forma de prevenção de algumas doenças e zoonoses, já que alguns animais tendem a ter comportamentos mais agressivos antes da esterilização, devido à alta concentração de alguns hormônios. “Principalmente quando falamos de esporotricose, a castração pode e deve ser uma aliada, visto que a disseminação da doença acontece por arranhadura ou mordedura e, os felinos não castrados acabam brigando mais”, explica Diana.

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