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Professor da UVA participou do 8º Fórum Mundial da Água

03 de abril de 2018

Evento internacional aconteceu em Brasília e contou com a presença do coordenador do curso de Engenharia Ambiental

O coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida (UVA), professor Cézar Pires, participou do 8º Fórum Mundial da Água, realizado entre os dias 17 e 23 de março, em Brasília. O evento aconteceu na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, e contou com a presença de representantes de diversos países. Durante os sete dias do encontro, o professor integrou debates internacionais e pôde conhecer de perto o que os outros países têm feito na gestão dos recursos hídricos.

“Foi um evento muito interessante onde o foco principal era debater questões importantes como o saneamento e a gestão da água e fazer o alerta sobre as problemáticas desse recurso. Além das palestras oficiais, foram realizados bate-papos informais entre os participantes sobre os mais diversos temas à fim de trocarmos ideias e compartilharmos conhecimento”, conta.

Durante o fórum, o professor pôde ver melhor o impacto das obras da transposição do Rio São Francisco. O projeto em forma de maquete explicava aos visitantes como estava o andamento das obras. “O eixo Leste já está pronto e salvou Campina Grande, na Paraíba, de uma seca histórica agora em 2018. O eixo Norte está com 95% do projeto concluído e deve ficar pronto nos próximos meses. A grande dúvida é: quem vai operar depois das obras finalizadas? ”. Segundo Pires, o ideal será uma empresa privada gerenciar o projeto devido ao alto custo e o fato dele ser interestadual, mas para isso, o poder público precisaria desenvolver regulamentos para que o contrato seja cumprido.

Logo no terceiro dia do fórum uma notícia chamou a atenção dos participantes: uma refinaria norueguesa admitiu o descarte de água não tratada no Rio Pará. Além da contaminação do rio, outro ponto foi levantado entre os participantes: a saúde pública dos moradores da região, já que os materiais, prejudiciais às saúdes humana e animal, foram despejados perto de comunidades ribeirinhas. “A Noruega cobrava do governo brasileiro posturas ambientais mais intensivas na Amazônia e chegou a cortar repasses financeiros devido ao aumento de desmatamento no local. O descarte do esgoto químico pela refinaria, que não é 100% privada, mostrou uma omissão por parte deles em reconhecer o erro”, destacou.


Texto produzido por Gabriel Brum, estagiário da Comunicação Institucional

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