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Pesquisa levanta dados para unidade de conservação

06 de fevereiro de 2017

 Atividades de educação ambiental também estão sendo realizadas por universitários e voluntários

Os domingos têm sido de muito trabalho e integração comunitária para um grupo de alunos da Universidade Veiga de Almeida (UVA). Eles participam de uma ação de educação ambiental no Parque Municipal Boca da Barra, onde localiza-se a Ilha do Japonês, ao mesmo tempo em que têm coletado dados para um projeto de iniciação científica. No mês de janeiro, 368 questionários foram respondidos por frequentadores da unidade de conservação e os trabalhos seguem até o fim deste mês. As ações são realizadas por um grupo de 15 a 20 colaboradores, entre universitários e voluntários, com o suporte da Coordenadoria de Meio Ambiente de Cabo Frio.

A estudante de Engenharia Ambiental Agatha Martins destaca a receptividade dos entrevistados à iniciativa. “Todos demonstraram interesse no trabalho e dão sugestões sobre o que pode melhorar na Ilha”, ressalta. Os questionários já estão sendo tabulados pelos universitários. As sugestões mais recorrentes são sobre a melhoria do estacionamento da praia e maior quantidade de lixeiras na ilha.

No decorrer de fevereiro, os banhistas também receberão panfletos e adesivos, como forma de fixação de mensagens educativas. Outra ferramenta que está sendo utilizada pelo grupo é a realização de uma trilha guiada ao Farol da Lajinha, onde além de apreciar a vista exuberante, os visitantes recebem orientação sobre a fauna e flora local e a importância da preservação deste ecossistema.

Para o professor Eduardo Pimenta, coordenador do curso de Gestão Ambiental da UVA e do Grupo de Estudos da Pesca, este projeto de extensão da universidade só é possível porque os voluntários estão presentes. Ele acredita que a união de esforços, reunindo diversos atores, e especialmente pelas informações geradas cientificamente, possibilitará aos gestores públicos entender quais são os gargalos e trabalhar para saná-los.

Amadurecimento acadêmico

A engenheira ambiental Monique Martins Vicente está envolvida com o projeto desde o primeiro domingo e explica que as melhorias decorrentes do projeto são extremamente importantes para manter a beleza e biodiversidade do parque. “O projeto tem contribuído para o meu desenvolvimento profissional, pois estou conhecendo mais sobre a região e sua importância, além de lidar com pessoas de várias áreas, ouvindo suas sugestões e podendo levar noções de educação ambiental aos visitantes”, destaca.

Ela conta que conheceu a lagoa de Araruama quando ainda possuía águas cristalinas e que uma gestão adequada pode melhorar as condições deste corpo hídrico. “Contribuir com o Parque Municipal Boca da Barra também ajuda a preservar a Laguna de Araruama já que ambos são ligados pelo canal”, ressalta.

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