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Para Educação a Distância, nem sempre é necessário estar longe

09 de junho de 2017

Aluna Fernanda Pulice conta mais sobre os desafios que tem superado com o EAD

Foi com uma filha pequena e um horário de trabalho apertado que Fernanda Pulice decidiu cursar Administração. “O fato é que eu quero estar com minha filha e me dedicar a ela”, destaca. Mas, conciliar esse tempo e estudar não seria fácil e assim, Fernanda encontrou na Educação a Distância (EAD) uma solução. O problema inicial foi aceitar o modelo de ensino. “Como qualquer pessoa, eu tive um receio inicial”, conta.

Muito dessa sensação de Fernanda veio do mito de que o aluno a distância não estuda e não pertence tanto à universidade quanto o presencial. Mas, após ingressar no curso da Universidade Veiga de Almeida (UVA) que recebeu nota 5 – a máxima – do Ministério da Educação (MEC) em suas 14 graduações a distância, percebeu que seria diferente. “Achava que era ler o conteúdo e pronto, mas é bem mais difícil que isso. Não precisamos cumprir seis horas no campus da faculdade, mas a dedicação e aprofundamento é o mesmo, se não até maior”, destaca.

E essa não é a única situação que se repete para os alunos a distância e os presencias. Diferente do que a maioria pensa, essa modalidade não restringe o aluno apenas à sua casa. Ele participa de jornadas presenciais, tem total direito a utilizar a biblioteca e laboratórios de todos os campi, tornando o ensino mais acessível. “Eu sempre vou ao polo do Centro que é próximo ao meu trabalho e nunca deixo de passar no da Tijuca uma vez a cada quinze dias”, ressalta Fernanda.

Essa necessidade de ter um lugar para estudar está muito relacionada à agenda agitada, mesmo reservando algumas horas da noite para se dedicar aos estudos. “Quando eu paro para estudar é para estudar. Mas não é sempre que consigo. “Às vezes a minha filha está por perto ou chego tarde em casa”, conta.


Texto produzido por Junno Sena, do Laboratório de Comunicação Corporativa