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42% dos brasileiros compartilham notícias falsas

13 de setembro de 2017

Pesquisa também revelou que 78% se informam pelas redes sociais

Um levantamento realizado pela agência Advice Comunicação Corporativa em parceria com o aplicativo BonusQuest revelou que 78% dos brasileiros se informam pelas redes sociais, sendo que 42% admitiram terem compartilhado notícias falsas. Segundo a presidente da agência, Fernanda Dabori, esse número pode ser ainda maior, já que essa porcentagem se refere as pessoas que descobriram que as notícias eram falsas, ou seja, há outras que não perceberam. A pesquisa também revelou que 39% dos brasileiros as checam a veracidade das notícias antes de compartilhá-las.

A era das redes sociais trouxe inúmeros benefícios para as pessoas. A aproximação entre os continentes, a aceleração da transmissão das mensagens e a diminuição do tempo em que as notícias são repassadas são apenas algumas dessas benesses. Entretanto, nem tudo foi perfeito com a propagação da internet, e dentre os vários problemas podemos destacar o grande fluxo de informações falsas que são divulgadas sem pesquisa prévia ou checagem da credibilidade das fontes.

Na web se pode encontrar alguns sites que ajudam no combate a disseminação das chamadas fake news. Dentre eles, se destaca o boatos.org, especializado em apurar histórias e confirmar se são de fato reais ou meros boatos. Outro veículo é a Agência Lupa que é a primeira e principal especializada em fact-checking no Brasil, sendo inclusive indicada ao prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo por conta de um trabalho feito durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

“As pessoas compartilham lendo apenas a chamada, sem ler o conteúdo em si. Os veículos mais tradicionais estão buscando formas de se blindarem para levar a verdade ao leitor, que para evitar notícias falsas, deve tentar seguir o rastro da informação e saber se o veículo que a publicou é idôneo. É muito importante checar a informação antes de sair compartilhando nas redes sociais”, ressalta a professora de Jornalismo Digital da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Daniela Oliveira.

*Texto produzido por Victor Nigri, do Laboratório de Comunicação Corporativa